Mas quem é que entende a vida?
Já ouvi dizer que ela pode ser um beco com 1 ou nenhuma saída.
Depende do ponto de vista, eu opto pela minha preferida,
aquela que bate forte na ferida!!
Pra quê, por quê, pelo quê?
Se não, por quem?
Vivemos tão em vão, que são, não, sóbrio, ainda prefiro morrer.
Pelo seu próprio bem.
Ninguém enxerga a vida como enxergo, do meu jeito.
Sem laços e afeições, sem nada que se diga perfeito.
Não que eu seja um farejador de defeitos,
ao contrário, de tanto tentar enxergar algo bom em tudo,
acabo me encontrando em mais uma daquelas desilusões do mundo.
E por que eu ainda acho que é possível acontecer?
Não há dignidade o bastante nesse mundo, que não possa se vender.
E tudo gira em torno do dinheiro, não há como argumentar!
Nascemos do dinheiro, e por ele iremos nos matar.
A nossa insignificância é tão absurda que chega a assustar.
Se não eu, quem mais poderia falar?
"Heis aqui um verme, amigos.
Ele tinha um sonho, de ser ele mesmo, para sempre!
Mas aí, ele acordou, percebeu que aquele que sonha,
é quem vive na dor, pela dor, da dor."
E já não há mais palavras pra descrever essa imundice!
Eu me iludi mais uma vez, amigos! Quanta idiotice!
E eu que cheguei a certos momentos, a acreditar
talvez por você, eu poderia até mudar.
Meus vícios são outros, as vontades também.
Já não sei se me sinto mal ou bem, ou se me sinto.
Já que sem você me sinto como um "ninguém".
Você não percebe? Ou apenas finge?
Por favor, não me deixe aqui sozinho, diga que isso te afinge!
As dores passam despercebidas.
Minha dependência agora é visível.
Essa angústia me torna desprezível.
Vivo numa caixa preta, com registros de um desastre.
Já mais serei encontrado, e se encontrarem estarei quebrado.
Já não poderão mais saber, qual avião foi despedaçado.
Nenhum comentário:
Postar um comentário